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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Almôndegas de cordeiro com linguine ao molho rústico de tomates, azeitonas pretas e rúcula.




Já fiz essa massa em outras ocasiões. Tinha provado com o pessoal da agência, almoçando num italiano chamado La Pasta Gialla, no Itaim. Mais uma vez resolvi “adivinhar” a receita e misturar com umas coisinhas que eu tinha em casa.

Como eu ia fazer uns kebabs na casa de um grande amigo (próxima receita), tinha comprado carne de cordeiro moída. Achei que ficaria perfeito com a massa se fizesse umas almôndegas. Digamos que é uma macarronada de domingo, um pouco mais incrementada.

Um prato totalmente rústico e muito bom. Vale a pena tentar.

Para 4 pessoas

500g de carne de cordeiro moída.
Sal
Pimenta do Reino
1 gema de ovo
1 colher de sopa de alecrim fresco picado
Azeite ou oleo para fritar.

8 tomates pelados (ou 2 latas de tomates pelados)
1 cebola grande picada
1 dente de alho picado
4 colheres de sopa de azeitonas pretas cortadas
1 taça de vinho tinto seco
Folhas de rúcula a gusto

1 pacote de linguine grano duro


Se você encontrar lombo ou pernil desossado de cordeiro, peça para moer. Eu encontrei alguns espetos de kafta de cordeiro prontos, descongelei, desmanchei e temperei do meu jeito. O problema do espetinho de kafta congelada é que vem temperado com pimenta síria e cominho, o que desvirtua um pouco a receita. Mas confira os ingredientes do tempero no pacote antes de comprar. Se for temperado com creme de cebola e hortelã, tudo bem.

Adicione o alecrim, pimenta do reino, um pouco de sal e a gema do ovo. Misture bem e faça 12 bolinhas médias. Frite em azeite de oliva ou oleo, dourando de todos os lados. Vai ficar um pouco cru no meio, mas você vai terminar de cozinhar no próprio molho de tomates.

Com uma faca, faça um X na parte de baixo dos tomates Tire a pele dos tomates mergulhando em água fervente por alguns segundos. Corte grosseiramente, com sementes e tudo. Ou abra duas latas de tomate pelado e corte grosseiramente, deixando pedaços irregulares.

Refogue a cebola com azeite, acrescente o alho picado e os tomates, com o líquido que havia na própria lata. Refogue e deixe cozinhar por alguns minutos. Acrescente o vinho e deixe cozinhar por uma hora, completando com água caso seque demais. O ideal é ficar um molho bem grosso mesmo, com alguns pedaços. Nos últimos 20 minutos, coloque a azeitona e as almôndegas. Desligue o fogo, coloque um bom punhado de rucula cortada, mexa e tampe.

Cozinhe o linguine em água fervente com sal até ficar al dente. Misture com o molho e sirva com as almôndegas por cima.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Sobrecoxa de frango ao meunière “gambiarra” com purê de batata

Almocinho simples com o que tinha na geladeira. Em dias de correria pode ser uma ótima opção. O Leo gostou (ou tava com muita fome =) ).

Sobrecoxa de frango ao meunière “gambiarra” com purê de batata

Serve duas pessoas

Ingredientes:

2 batatas
½ xíc. de creme de leite fresco
um punhado de queijo ralado
sal e pimenta do reino moída na hora q.b.
2 sobrecoxas de frango
2 col. de sopa de azeite
4 col. de sopa de manteiga
Tomilho e alecrim q.b.
Meio limão cravo pequeno
1 dente de alho picadinho

Preparo:

Descasque e coloque as batatas para cozinhar com água e sal. Quando estiverem completamente cozidas, amasse-as até virarem um purê (eu prefiro meio rústico, mas caso queira mais fininho, passe por uma peneira). Finalize o purê com metade da manteiga, o queijo ralado e o creme de leite. Acerte o sal e reserve. Tempere as sobrecoxas com sal e pimenta do reino. Aqueça o azeite numa frigideira antiaderente e sele as sobrecoxas até ficarem douradas por todos os lados. Termine a cocção com uns 10 minutinhos em forno médio. Enquanto isso prepare o molho. Pique o alho, o alecrim e o tomilho pequenininhos. Derreta a outra metade da manteiga na mesma frigideira em que o frango foi selado, frite levemente o alho, agregue as ervas e esprema o limão coando as sementes. Acerte o sal e a pimenta. Aqueça, o purê, sirva com as sobrecoxas e regue-as com o molho de manteiga.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Restaurant Week dentro e fora de casa.

Calma, a gente não abriu um restaurante. Mas não custa nada a gente tentar acompanhar o movimento e criar uns cardápios caseiros interessantes.

Pra quem não sabe, durante essa e a próxima semana (até dia 13/09), São Paulo participa de um grande evento, o Restaurant Week. É quando os melhores restaurantes da cidade fazem menus a preços fixos (R$ 27,50 no almoço e R$ 39 no jantar, + 1 real para doação para a Fundação Ação Criança). Esse ano são mais de 200 casas participantes. Pra quem quiser saber mais: www.restaurantweek.com.br

Nós avaliamos como uma ótima oportunidade para conhecer aqueles restaurantes mais caros, que provavelmente você só iria quando estivesse mais folgado de grana, ou em ocasiões especiais.

A única crítica é: alguns restaurantes, nas primeiras edições, começaram fazendo pratos do cardápio diário a preços “promocionais”, para que os clientes provassem a comida e um dia voltassem, mesmo pagando mais caro. Hoje, a maioria (sem desmerecer o talento dos chefs) cria menus “baratos” para acompanhar os preços, o que acaba não condizendo com o dia-a-dia do restaurante. Escolha os que se mantêm mais “puros” à proposta e, se algum tem o mesmo cardápio no almoço e no jantar, vá no almoço, que sobra algum dinheiro pra visitar outra casa. Estamos nos programando para ir à AK Delicatessen, ao Marcel, ao Amici (prestigiar nossa amiga Val Garcias) e mais um ou outro a definir.

Mas se você está sem tempo e quer experimentar uma comidinha rápida em bem feita em casa, olha só essa receitinha que a gente preparou hoje no almoço. Não faz feio e também pesa pouco no bolso. (Eu, Leo, adoro cozinhar na hora do almoço. Descanso dessa vida de publicitário e viro cozinheiro por duas horinhas, ou vinte minutos, que seja.)


Medalhões de filé mignon com redução de vinho tinto e salada com frutas secas.





Para 2 pessoas
Fácil
Pronto em 20 minutos


4 medalhões de file migon
300 ml de vinho tinto
Alface Americana
6 damascos cristalizados
Rúcula
Vinagre de vinto tinto
Azeite
Manteiga
Sal
Pimenta moída na hora

Tempere os filés dos dois lados com sal e pimenta do reino. Aqueça bem uma frigideira e derreta uma colher de sopa rasa de manteiga com um fio de azeite. Doure os filés dos dois lado por aproximadamente 2 minutos para mal passado/ao ponto, ou deixe um pouco mais de tempo para bem passado.

Retire os filés e mantenha aquecidos. Escorra o excesso de gordura da frigideira e jogue o vinto tinto, raspando aquelas manchas que grudaram no fundo (isso chama-se deglaçar ou deglacear) e que são cheias de sabores. Deixe o vinho reduzir até menos da metade.

Lave bem as folhas, tempere com vinagre, sal, azeite e misture com os damascos em cubinhos. Coloque no prato, finalize com um pouco mais de sal (de preferência a PROIBIDA??? flor de sal). Regue os filés com o molho e bom apetite.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Camarão em molho de moqueca, arroz de castanha de caju e farofa de maracujá. Isso é Brasil.

Os posts estão raros porque ainda estamos sem babá (se alguém conhece alguma pra indicar, por favor deixe nos comments).


Bom, como vocês sabem, em julho estávamos de férias em Fortaleza. Estar à beira-mar é um presente de Deus. Outro presente, esse dos homens, era o quilo de camarão rosa gigante por R$ 35. Isso mesmo, nada parecido com os “módicos” 90 reais do Mercadão. Numa manhã qualquer, resolvi fazer um almoço para minha mãe, D. Zila (ela reclama que eu não falo dela no blog, então taí) e pra Bia.





Nível: médio
Rendimento: 3 pessoas



Ingredientes
1kg camarões rosa gigantes (aprox. 15 camarões)
2 cebolas grandes
1 col. sopa de pimentão amarelo picado
1 col. sopa de pimentão vermelho picado
1 col. sopa de Pimentão verde picado
4 colheres sopa de castanhas de caju
1 colher de sopa de salsa picada
2 dentes de alho
1 cenoura
1 talo de alho poró
2 folhas de louro
1 dose de cachaça
Óleo de canola
Azeite
Azeite de dendê
Leite de coco
Margarina
Farinha de mandioca
Suco de 2 maracujás sem sementes
Castanha de caju quebrada
Arroz branco cozido soltinho.
Sal
Pimenta do Reino




Arroz de Castanhas
Arroz refogado no óleo, água (duas medidas de água para uma de arroz), sal. Cozinhe semi-tampado, quando secar, desligue o fogo e mantenha tampado por mais alguns minutos. Solte com um garfo e ele ficará soltinho. Quebre as castanhas de caju enroladas num pano com um rolo de macarrão e acrescente ao arroz.


Farofa de maracujá.
Coloque o suco de maracujá numa panela, e acrescente 4 colheres de sopa de margarina e deixe derreter, misturando ao suco. Jogue 300g de farinha de mandioca e misture bem, até ficar sequinha. Corrija o sal, pimenta do reino e reserve.

Camarões
Quando descascar os camarões, deixe a pontinha da cauda. Depois, com uma faca bem afiada, faça um corte raso nas costas do camarão, para tirar o fio preto que passa nessa região (tubo digestivo). Tempere com sal e pimenta do reino.


Caldo de camarão.
Junte numa panela: 1,5 litro de água, as cascas e as cabeças dos camarões, 1 cebola em cubinhos, 1 dente de alho, a cenoura em cubinhos, o alho poró (higienizado) em rodelinhas e as folhas de louro. Deixe ferver em fogo baixo por aproximadamente 2 horas e coe. Reduza até ter meio litro de caldo bem concentrado. Separe 200ml e congele o resto para outras receitas.

Molho de moqueca.
Aqueça 1 colher de sopa de azeite de dendê. Refogue 1 cebola picada, 1 dente alho picado e depois acrescente os pimentões. Junte 200 ml do caldo de camarão concentrado e 50 ml de leite de coco e deixe ferver. Tempere com sal e pimenta do reino.

Aqueça uma frigideira, acrescente o azeite e salteie rapidamente os camarões, sem cozinhar demais. Jogue a dose de cachaça e flambe. Jogue salsinha picada por cima.



Agora é só servir os camarões com o molho de moqueca por cima, o arroz e a farofa. Bom apetite.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Resultado do post anterior e o famoso “Arroz de Carneiro à Baalbek”.



Bom, pra todos que fizeram suas apostas, vamos ao resultado:

Leo - filé com o rösti de mandioquinha.
Bia - filé com gateau e chips de mandioquinha.

Democraticamente, como o dela - além de mais bonito - ficou mais gostoso pela combinação das texturas, mandamos o dela. Obrigado Edu Luz, Vanessa, Fabrícia, Preta, Veio, Pedro Guerra, Flávia e Ana pela participação.

Agora vou colocar aqui minha recomendação de um restaurante genial que descobrimos no jardins, graças ao amigo André Godoi, que me levou lá nos tempos de Loducca. O Baalbek é uma casa de comida libanesa que fica na Alameda Lorena, 1330, logo depois da Ministro Rocha de Azevedo. Para os desatentos, são 4 mesinhas na calçada e uma portinha, bem ao lado de uma farmácia de podologia, do lado direito. E o mais impressionante é que, o que tem de simples e barato, tem de bom. A dona vem pessoalmente à mesa tirar seu pedido e oferecer a melhor entrada de coalhada / homus que eu já comi na vida, além do seu tradicional arroz de carneiro(quando chegar, reserve logo o seu enquanto prova as entradas). Comemos algumas vezes lá também com os amigos Marco Aurélio e Amintas, que presenciaram a minha conversa com a Bia para decifrar a receita. Fomos passando por todos os ingredientes: pimenta síria, canela, hortelã...mas faltava algo. O gosto principal, uma capinha branca “queimadinha” que revestia os pedaços desfiados do pernil de carneiro. A discussão foi longa até que a própria dona veio e disse que estava mais perto do que nós pensávamos. E revelou, depois de algum suspense, que era molho de gergelim. Sim, semelhante àquela garrafinha que estava ali, sobre a mesa, só que eles fazem na própria casa. Como não sabemos o resto da receita, tivemos que adivinhar. Dito isso, fica aqui a nossa homenagem ao restaurante “árabe” que mais gostamos em São Paulo. Quem se aventura a viajar pelo oriente médio?




Arroz de carneiro à Baalbek.

Nível: médio
Rendimento: 4 pessoas

Ingredientes


1 Pernil de carneiro
5 dentes de alho inteiros
300 ml de vinto branco seco
200 ml de caldo de legumes
Alecrim
Tomilho
Sal
Pimenta do reino
Molho de gergelim.

300g de carne moída
3 copos de arroz
Pimenta síria
Canela
Hortelã picada
20g de piñoles tostados

Esse “carneiro” era o resto do pernil de cordeiro que foi feito no Natal. Fiz a receita com as sobras, no dia seguinte. Como eu disse antes, é um misto das receitas de paleta de cordeiro do Jamie Oliver com a do Alex Atala. Coloque o pernil e todos os ingredientes da primeira parte em uma assadeira e cubra com papel alumínio. Deixe marinar por 12 horas, virando de vez em quando. Aqueça o forno na máxima potência e, quando estiver bem quente, baixe a 180˚C. Coloque o pernil com o papel alumínio para assar por aproximadamente 3 horas, virando de hora em hora e regando com a marinada. Depois, por mais 1 hora sem o papel alumínio e pronto.

Espere amornar e desfie em lascas grandes. Agora regue bem as lascas com bastante molho de gergelim e dê uma puxada na frigideira bem quente. O molho vai criar uma “casquinha” dourada em volta da carne.

De resto, refogue a carne moída e tampe para que solte todo seu caldo. Adicione arroz branco, tempere com sal, pimenta síria e canela a gosto. À medida que for secando, vá completando com água, sem mexer, até que fique no ponto. Misture o arroz com um 1 colher de sopa de molho de gergelim, os piñoles tostados, 1 colher de sopa de hortelã picada e jogue as lascas de carneiro por cima. Boa viagem.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Bacalhau ao Pil-pil e pasta de azeitonas pretas.




Bacalhau ao molho Pil-pil ou Bacalao al Pil-pil, como se diz no País Basco, é uma receita tradicionalíssima dessa região espanhola. É um prato bem rústico, porém com o gosto delicado e "potencializado" de bacalhau e azeite. Explico porque: o molho pil-pil, amarelinho, é feito com uma emulsão do azeite onde o bacalhau é cozido e da gelatina que se solta da pele do peixe. E é isso, nada mais que isso. É mais simples do que parece e o resultado é sensacional.

Este prato foi feito no domingo de Páscoa, e almoçamos eu, a Bia e a grande amiga Val.


Nível: fácil
Rendimento: 2 pessoas


Ingredientes
2 pedaços grandes de lombo de bacalhau dessalgado com pele
2 dentes de alho em fatias finas
1 pedaço de chilli seco
500 ml de azeite extra-virgem para confitar
2 colheres de sopa de azeite extravirgem
300g de azeitonas pretas
Sal
Pimenta do reino


Preparo

Pra este prato, o ideal é que você compre lombo de bacalhau dessalgado. Existem marcas que vendem ele congelado, já em nos supermercados. Eu comprei no Mercadão, na barraca do seu Renato, onde geralmente compramos nossos frutos do mar. Ele tinha um bom pedaço de peixe com pele. Detalhe: TEM QUE SER COM PELE. Acho que pode ser feito com bacalhau seco demolhado, mas acredito que, quanto mais fresco, melhor o resultado. Aliás, este prato leva basicamente bacalhau e azeite. É muito importante que estes sejam os melhores possíveis. Dito isso, corte os pedaços do seu lombo de bacalhau em filés do tamanho da palma da sua mão. Coloque papel toalha para retirar qualquer resquício de água. Prove um pedacinho da carne para ver se não há registro de sal. Se estiver completamente dessalgado, tempere apenas com sal antes de colocar na panela.

Corte o alho em fatias finas. Esquente o azeite, tomando cuidado para não ultrapassar os 70-80oC. Frite o alho e um pedaço de uns 2 cm da pimenta chilli seca (ou outra pimenta de sua preferência, sem as sementes). Quando o alho dourar, retire com uma escumadeira ou colher e desligue o fogo. Quando o azeite estiver apenas morno, ligue o fogo bem baixo e coloque os pedaços de bacalhau com a pele virada para cima, para confitar (confitar = cozinhar lentamente em gordura, nesse caso, no azeite). Deixe cozinhar assim por uns 3 minutos e vire cuidadosamente com uma espatula. Deixe por aproximadamente 7 minutos com a pele para baixo, fazendo movimentos suaves com a panela, para que a pele solte a sua gelatina. Quando completar 10 minutos de cozimento total (3+7), retire o bacalhau e reserve. Desligue o fogo e deixe esfriar completamente o azeite.

Com uma peneirinha de aço, faça movimentos rápidos em uma região do fundo da panela (melhor não usar panelas de teflon, por motivos óbvios). Quando emulsionar e estiver parecendo uma maionese, vá para outra área da panela e faça assim até que o molho esteja todo montado. Ligue o fogo baixíssimo para esquentar o bacalhau, sem deixar subir demais a temperatura, senão o pil-pil desanda.

Separadamente, triture as azeitonas pretas sem caroço com 2 colheres de sopa de azeite e um pouco de pimenta do reino.

Para empratar, coloque o bacalhau no centro do prato, cubra com o molho pil-pil e decore com os alhos fritos. Sirva uma colher de pasta de azeitonas pretas ao lado.

Tem outra receita de bacalhau no blog, mas é ao estilo português.

Bom apetite.


Ps: na maioria das receitas de pil-pil, o peixe é servido sozinho. Eu servi com pequenas batatinhas assadas no forno, dentro de papel aluminio com sal grosso e azeite, por 50 minutos.

Ps2: Caso você queira ver na prática como se faz o legítimo Bacalao al Pil-pil, veja ESTE VIDEO, em espanhol.

sábado, 18 de abril de 2009

Espaguete com Ragú de músculo

Alguns sabem que eu andei meio sumida do blog porque apareceu um trabalhinho aí massa nas últimas semanas. Depois conto com calma como foi. Num dia desses mais tranquilos saiu esse macarrão que eu achei bem bom. Segue então uma receita que é super fácil de fazer já que andamos recebendo umas "críticas" amigas de que o Trivial não andava nada trivial na hora de por em prática. Espero que gostem.

Espaguete com ragú de músculo

Rendimento: serve 4 pessoas
Nível: juntar tudo e colocar na panela! Tem umas besteirinhas, mas é tudo simples vai?!

Ingredientes:

1 kg de músculo
Farinha de trigo q.b.
Manteiga q.b.
Azeite q.b.
2 dentes de alho picado
1 cenoura grande cortada em cubinhos
1 cebola picada
1 talo de alho-poro pequeno cortado em rodelas
1 talo pequeno de salsão
2 tomates, sem pele e sem sementes cortado em cubos
1 lata de extrato de tomate
1 xícara de vinho tinto
Água q.b.
Sal q.b.
Pimenta do reino q.b.
1 folha de louro
Ervas (tomilho, alecrim, salsa) picadas q.b.
1 pacote de macarrão (espaguete)

Preparo:

Passe os pedaços de carne na farinha de trigo. Aqueça a manteiga e o azeite numa panela de pressão e sele a carne de todos os lados e reserve. Na mesma panela, coloque o mirepoix (cebola, cenoura, alho, alho-poro, salsão) para suar por uns 5 minutos. Acrescente o tomate e envolva e depois o extrato. Deixe secar um pouco até que começar a grudar no fundo da panela. Coloque o vinho e deixe evaporar um pouco. Junte a carne e cubra de água. Adicione parte das ervas e a folha de louro e tampe a panela e deixe cozinhar por aproximadamente 1h depois de pegar pressão. Abra e verifique se a carne está macia ao ponto de se desmanchar com um garfo. Se estiver, retire toda a carne, retire a folha de louro e bata o molho no liquidificador. Volte o molho ao fogo para reduzir e engrossar um pouco. Desfie a carne e elimine as gorduras maiores. Volte a carne para a panela do molho. Acerte o sal e a pimenta. Finalize com as ervas, mexa e sirva por cima do espaguete. Se quiser um charme a mais, coloque uns pinoles tostados por cima.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Comidinhas mexicanas do nosso jeito

No final de dezembro, meu sobrinho veio aqui nos visitar diretamente de Fortaleza e fez um pedido que eu não consegui negar. Queria porque queria comida mexicana. Mexemos nossos pauzinhos, depois de uma ida rápida ao super-mercado e voilá. Ele comeu até cansar... e nós também.

Quitutes Mexicanos do nosso jeito

Ingredientes:

Chilli:
1 xic. de feijão carioca
200 g de carne moída (patinho)
½ cebola picada
1 dente de alho picadinho
2 tomates picados
Bacon
1 folha de louro
½ xic. de extrato de tomate
Pimenta dedo de moça, sem sementes, q.b.
Cominho q.b.
Sal q.b.

Sour cream:
1 xicara e ½ de creme de leite fresco
1 col. de sobremesa de suco de limão
Cebolinha q.b.

Guacamole:

1 abacate não muito maduro
1 tomate picado
1/2 cebola picadinha
Suco de 1 limão
Sal q.b.
Coentro q.b.
Tabasco q.b.

Preparo:

Chilli:
Coloque o feijão numa panela de pressão com água, bacon e louro até ficar cozido (uns 25 minutos). Enquanto isso, refogue a cebola e depois o alho. Junte a carne e deixe que ela perca o aspecto de cru. Junte os tomates e depois de alguns minutos coloque o extrato de tomate, envolva e deixe cozinhar um pouco. Quando o feijão estiver pronto, drene a água e junte-o com o molho da carne. Se o preparo estiver muito seco, coloque um pouco da água do cozimento do feijão. Tempere com o cominho, sal e a primenta.

Sour cream:

Coloque o limão no creme de leite e misture bem. Deixe descansar por pelo menos 30 minutos fora da geladeira, de preferência em um lugar morno. Tampe e reserve na geladeira. Se você gostar do creme mais encorpado é só bater num fouet ou mixer na hora de servir. Pique um pouco de cebolinha e jogue por cima do creme quando for à mesa.

Guacamole:

Abra o abacate e retire toda a polpa. Amasse com um garfo de modo a ficar cremoso, mas ainda com pedacinhos. Pique a cebola, o tomate e o coentro e misture ao abacate. Tempere com o limão, o sal e o tabasco.



Ps.: servi tudo com Doritos... já que não achamos nachos de verdade.

domingo, 8 de junho de 2008

O Ceará é aqui!!

Andei pelas terras alencarinas nesse mês por apenas quatro dias. Foi o suficiente para contrabandear dois quilos e meio de feijão verde, 1 quilo de queijo coalho de Jaguaribe, um pouco mais de 1 kg de carne de sol da boa, 1kg e meio de carne de carangueijo, patinhas de carangueijo e duas garrafas de cajuína para o meu filhote que simplesmente A-D-O-R-A! Procedimento imediato, separar tudinho em porções razoáveis e congelar. Morreria se qualquer uma dessas coisas simplesmente estragasse do nada.

Então se deu na última sexta-feira o mini festival "Ceará é aqui" com tapioca recheada com queijo coalho acompanhada de cajuína de lanche e feijão verde para o jantar.

seguem as receitas:

Feijão Verde Cearense

Ingredientes:
1/2 kg de feijão de corda verde

3 colheres de sopa de manteiga da terra

2/3 de uma cebola roxa picada
2 dentes de alho picados

2 colheres de sopa de nata

Creme de leite
 (usei mais ou menos 1/2 xícara do fresco)
150g de coalho em cubos 

cheiro verde q.b (coentro e cebolinha)
pimenta de cheiro (opcional) (eu usei umas 4 pequenas e mesmo tirando as sementes ficou um pouquinho ardido. Para quem não gosta, melhor não por e deixar a pimenta opcional)
sal q.b.

Preparo

Aqueça a manteiga da terra e doure a cebola e o alho. Coloque o feijão verde e a água até cobrir levemente o feijão. Deixe cozinhar.
 Ao apagar o fogo. coloque a nata, o queijo e o creme de leite. Corrija o sal. Coloque o cheiro verde um pouco antes de servir.


Tapioca recheada com queijo coalho

Nem acho que isso seja uma receita de tão fácil que é, mas vamos lá.

Ingredientes
goma de tapioca úmida
sal q.b.
manteiga
queijo coalho

Preparo
Aqueça bem uma frigideira anti-aderente. Salgue a goma e peneire se você gosta da tapioca mais fininha e sem carocinhos. Eu prefiro mais rústica. Rapidamente espalhe uma camada fina pela frigideira bem quente. Nivele rapidamente com uma colher o que puder para parecer mais uniforme. Vire como uma panqueca. Caso não tenha prática, vire com a ajuda de uma escumadeira. Quando estiver firme o suficiente para não cair goma, está pronta. Eu pelo menos gosto dela maleável e não durinha. Passe manteiga nela ainda quente e reserve. Leve as fatias de queijo coalho para fritar um pouco. Doure dos dois lados e coloque no meio da tapioca. Dobre ao meio e sirva imediatamente.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Falsa polenta à bolonhesa


Um dia desses, um amigo comentou sobre um novo prato feito pelo Claude Troisgros no Menu Confiança. Ele tinha que harmonizar uns bons vinhos com um prato italiano. Em vez de fazer a tradicional polenta com ragu (molho bolonhesa), ele usou um ingrediente bem brasileiro e que eu adoro: batata baroa (mandioquinha). Pra completar a adaptação, em vez de um purê, ele as assou no forno e usou inteiras, como cama para o molho. Um prato fácil, bem fácil de fazer. Fiquei curioso e no mesmo dia em que consegui ver a reprise do programa, fiz o prato. Segue a receita dele, com pequena adaptações que eu fiz. Nada demais, apenas não usei filé mignon moído devido, claro, às condições financeiras. Mesmo assim, o prato ficou ótimo, recomendo.

Dificuldade: baixa
Rendimento: 8 porções

Ingredientes
2 colheres de sopa de bacon em cubinhos
1 cebola picada
1 dente de alho picado
400g de carne moída
200g de tomate pelado italiano em lata
8 tomates secos
200g de cogumelo de Paris em cubos
4 batatas baroa (mandioquinha)
Parmesão ralado na hora
Manteiga
Louro
Alecrim
Orégano seco
100ml de vinho tinto
1 colher de sopa de balsâmico
Pimenta do reino
sal

Molho Bolonhesa
Puxe em uma panela o bacon picado e acrescente a cebola e o alho. Coloque a carne moída, tempere com sal e pimenta e refogue bem.
Bata no liquidificador o tomate pelado com o suco da lata e o tomate seco. Adicione o molho de tomate, as ervas, o vinho tinto e o balsâmico à carne. Acrescente também os cogumelos (eu usei champignon em vez de cogumelos paris). Cubra a panela e deixe cozinhar com o fogo baixo por 40 minutos.

Batata “barrôa”, segundo o Claude.
Tempere as batatas com sal e pimenta. Enrole uma a uma em papel alumínio, colocando um pouco de manteiga dentro de cada pacote. Pré-aqueça o forno a 180ºC e deixe as batatas assarem por cerca de 1 hora, ou até ficarem bem macias. Teste com um garfo.

Retire as batatas do papel alumínio e corte em dois pedaços no sentido do comprimento. Corrija o sal e a pimenta. Coloque-as em um pirex e cubra com o molho. Rale queijo parmesão por cima e leve novamente ao forno até gratinar.


Acompanhe com um bom vinho tinto. Fica uma delicia.

sábado, 5 de abril de 2008

Massa com molho de salada do Jamie

um dia desses eu estava assistindo o programa Jamie Show (acho que o nome é esse). Aquele de platéia em que ele é "super-atacado", fala sem parar, corre de um lado pro outro. Chega a dar uma canseira só de ficar olhando. Mas aí ele estava fazendo um macarrão simples. Fez a massa e fez um molho, que segundo ele é de salada, para acompanhar. E eu fiquei com água na boca. E não sosseguei até fazer. Segue a receita do molho.

Massa com manjericão e limão


Ingredientes*:

- meia xícara de folhas de manjericão roxo e verde
- Suco e raspas de um limão siciliano (o amarelo)
- Sal e pimenta do reino moida na hora a gosto
- 4 col. de sopa de azeite
- 1/2 xícara de parmesão ralado e mais um pouco para polvilhar
- 1/2 xícara de funghi seco (opcional - isso foi eu que inventei na hora)

Modo de preparo:

Como nosso moedor de pimenta é péssimo, tive que triturar a pimenta no pilão. Coloquei o sal e a maior parte do manjericão e pilei tudo junto. Coloquei uma colher de azeite e fiz uma pasta. Ralei a casca do limão e coloquei numa tigela. Espremi o suco e adicionei às raspas. Coloquei a pasta com o manjericão junto, o restante do manjericão fresco, o azeite e misturei. Fervi o funghi por alguns minutos para hidratar, escorri e piquei em pedaços pequenos e juntei ao molho. ahh você já pode a essa altura do campeonato estar quase tirando o seu macarrão do fogo, que eu esqueci de mencionar. Junte o queijo parmesão ao molho, misture bem e passe para uma tigela maior ou panela. Escorra o macarrão e despeje quente sobre o molho e misture bem. Você vai notar que o parmesão vai dar uma derretida. Sirva I-M-E-D-I-A-T-A-M-E-N-T-E, senão perde toda a graça. Polvilhe um pouco de parmesão em cima e tá prontinho.




* essas quantidades são aproximadas já que o Jamie faz tudo meio no olho e eu também fui fazendo assim. Sinta-se à vontade de colocar mais ou menos de cada um dos ingredientes e fazer tudo ao seu gosto.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Trivial Yakissoba de Frango.

Uma teoria que eu tenho é que cozinhar é contagioso. Quando eu nem sonhava em fazer mais que ovo frito ou cozido na cozinha, já tinha um amigo que cozinhava bastante. Caio, grande amigo, irmão e fiel companheiro de rodas de violão, ainda adolescente já usava as lições da sua mãe, Dona Márcia, e botava pra quebrar no fogão. Lembro-me bem numa viagem com a família dele em que sua vó me ensinou a fazer pão. Foram muitas oportunidades perdidas de aprender a cozinhar, confesso. Só muitos anos mais tarde eu aprendi, na marra, a fazer um ou outro prato. E o primeiro prato que eu realmente fiz em casa, acho que aos 20, foi este Yakissoba. Não é exatamente o tradicional, mas sim um yakissoba à moda, prático, digno de universitário em fim de semana, com os pais viajando. E o mais engraçado, é que desde que fiz pela primeira vez, vira e mexe eu repito a receita e fico feliz com o resultado.


Dificuldade: -1
Rendimento: 4 porções

Ingredientes
400g de filé de peito de frango
2 pacotes de miojo
1 cebola grande
1 cenoura
1 pimentão verde
1 dente de alho picado
Shoyu
Pimenta do reino

Miojo
No começo, a Bia não entendia porque eu usava miojo. Ora, porque foi assim que eu fiz pela primeira vez e o gosto fica ótimo. Acho mais digno que usar macarrão comum e prefiro o miojo ao soba tradicional. É só colocar por alguns minutos em água fervente e está pronto. Escorra.

Legumes
Corte a cebola em 4 ou 8 partes, como se fossem gomos de uma tangerina. Os pimentões (você também pode adicionar vermelho e amarelo, se quiser) e a cenoura, corte em tirinhas. Eu costumo colocar estes dois últimos no microondas por uns 40 segundos antes de fritar, para que cozinhem um pouco. Agora é só refogar a cebola com manteiga, acrescentar os pimentões e a cenoura em tirinhas e jogar um pouco de shoyou. Retirar da panela. Ah, eu costumo jogar sobre os legumes, antes do shoyu, o temperinho do miojo.

Frango
Corte frango em cubinhos e tempere com o alho picado e pimenta do reino. Esqueça o sal...o shoyu dá conta. Em uma vasilha, jogue o frango com um pouco de shoyu e deixe descansar por uns 20 minutos. Adicione um pouco de óleo à panela “suja” dos legumes e frite o frango.

Agora é só juntar os legumes ao frango, jogar o macarrão por cima e mexer bastante. Se quiser, jogue um pouquinho mais de shoyu, mas cuidado para não salgar demais.

Ps1: Hoje continuo a perceber o quanto cozinhar contagia. Desde que montamos o blog, as discussões em mesas de bar, com os amigos que curtem cozinhar, são constantes. Alexandre, Adailma, David, Fabiano e Carô bem o sabem. Cada vez mais nos empolgamos com o fogão. E fico feliz com o fato de discutirmos esta afinidade sempre que podemos.

Ps2: Não poderia faltar a minha homenagem ao cara que mais me incentivou a cozinhar, meu grande amigo e cumpadre Alex. Não porque ele tenha sido o primeiro de sua turma na Le Cordon Bleu. Não porque tenha escrito 4 ou 5 livros de alta gastronomia (em inglês e francês, como ele vai jurar ser verdade). A grande verdade é que Alex não sabe fazer nem ovo frito. E eu sinto uma enorme vontade de que ele contraia a nossa doença. Alex, esta receita é MUITO simples, pra ver se você cria coragem. Eu diria que é Nível 2. Nível 1 seria fazer gelo, hahahahaha.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Massa com Gorgonzola, espinafre e vinho branco do Pedro

receitinha facílima e rápida... ótima pra você gastar aquele resto de gorgonzola que está na geladeira quase no seu deadline. Eu tirei do livro do Pedro, amigo carioca, cineasta e cozinheiro, gente boa demais. Segue a dica do livro também, mas eu não sei quão fácil de achar ele é hoje em dia. Vale a pena procurar no Google. As receitas são super-práticas e escritas exatamente para descomplicar sua vida. Além de ser M-U-I-T-O divertido. Recomendo.


exatamente como está no livro:

"Parafuso para Nora
Massa com Gorgonzola, espinafre e vinho branco

Este é aqui é bastante leve e sutil (dependendo da quantidade de Gorgonzola usada), o que permite ter como acompanhamento tanto uma salada quanto uma sopa, dependendo da temperatura ambiente.
Nesse prato a malandragem está na preparação do molho. Como geralmente acontece como molhos cremosos, você ddeve estar sempre atento à quantidade de creme de leite.
Um ingrediente que sempre cai bem nesta rreceita são as castanhas-do-pará. Algumas pessoas preferem moer ou ralar as castanhas e fazer um molho mais grosso. Eu prefiro quebrá-las em pedacinhos pequenos e ter um molho crocante. De qualquer maneira, tenho certeza que você vai ter a chance de tentar ambas as opções. Então, boa sorte.
Synd at du ikke skjønner dette merkelige språket. Det er bare en måte å ha deg naer meg. Glad I deg. (bom, esse foi um "recado secreto" dedicando a receita para a Nora)

Tempo de preparo: 30 min
Redimento: 2 porções

Ingredientes:

300 g de massa parafuso (eu usei espaguete)
250 g de espinafre (eu não tinha tanto, foi uma pena, mas ficou bom mesmo assim)
200 g de gorgonzola
3 dentes de alho
1/2 cebola cortada em pedacinhos
4 dedos de vinho branco
1 pitada de noz-moscada
50 ml de creme de leite
sal e pimenta branca

Preparo:

1. Comece preparando o molho, já que é sempre bom que ele pegue gosto antes de ser servido. Frite a cebola por uns cinco minutos. Coloque o alho e frite até que esteja dourado.
2. Ponha o espinafre e deixe encolher na panela. Ponha um pouco de sal, pimenta e noz-moscada. Quando o espinafre começar a produzir um caldo próprio, derrame o vinho, tampe a panela e cozinhe por cinco minutos.
3. Ao mesmo tempo, numa panela menor e com o fogo baixo, derreta dois terços do Gorgonzola. Quando isso acontecer, ponha um pouco do creme de leite até encontrar um ponto homogêneo no molho. Se for usar a castanha ralada, este é o momento de misturá-la. Continue mexendo até achar uma boa consistência. O molho não deve ser muito ralo.
4. Derrame na panela com o espinafre e mexa gentilmente.
5. Enquanto os parafusos cozinham, deixe o molho aquecido com o menor fogo possível.
6. Escorra a massa, ponha um pouco de azeite e o resto do queijo. Misture bem e deixe que o queijo derreta com o calor dos parafusos. Se quiser tirar uma onda, use o suco de meio limão no macarrão antes de misturá-lo ao molho.
7. Usando a panela onde está o molho, ponha a massa, misture bem e, se ainda não fez, lance as castanhas quebradas em pedaços pequenos(eu estava sem). Ponha numa travessa e sirva imediatamente.

Obs.: Não substitua o vinho branco por tinto. O sabor é bem diferente. Confie e, se necessário, invista numa garrafa de vinho nacional. Não compre o da garrafa azul, mesmo que esteja mais barato. (achei essa dica ótima!!)"

Livro: Como impressionar sem fazer esforço - um livro de auto-ajuda na cozinha
autor: Pedro Asbeg
Editora: 7 Letras
2000

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Moela de Botequim

Pense rápido! Segunda-feira, faxineira, babá e eu. Uma chuva daquelas. Tem que se virar com o que tem em casa porque uma ida ao mercadinho estava simplesmente fora de cogitação. Aí fuçando o congelador achei um quilo de moela que tínhamos comprado no Mercadão há um tempão. Solução! Achei essa receitinha aqui. Hummm delícia!!



Moela de Botequim

Rendimento: serve 5 porções
Dificuldade: baixa
Tempo de preparo: 1 hora


INGREDIENTES:

1 kg de moela
100 g de bacon
1 colher de creme de cebola (de pacotinho)
1 pimentão vermelho pequeno
2 cebolas pequenas
2 colheres de chá de coloral
Alho e sal a gosto
Cebolinha a gosto


MODO DE PREPARO:
Colocar a moela na água fria e levar ao fogo. Quando abrir fervura, tire a moela e lave-a. Frite o bacon em uma panela de pressão. Doure o alho e uma cebola picadinhos na gordura do bacon. Acrescente o coloral. Coloque a moela e misture bem. Depois coloque água até cobrir a moela e deixar na pressão por 25 minutos ou até ficar macia. Para o molho, dissolva o creme de cebola em água fria (isso vai determinar a textura do molho - mais água se quiser um molho fino ou menos se quiser um molho mais grosso). Na hora de servir a moela, vire o creme de cebola panela de pressão, acrescentar uma cebola em rodela, o pimentão vermelho picado e a cebolinha e deixe cozinhar por mais uns cinco minutos.

Bom apetite.

ps.: com uma farofinha então... hummm!!!!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Tem mais gostoso e trivial??

Sou fã devota da nossa tradicional comida brasileira. Feijão preto temperadinho com farofa, para mim, bate disparado pratos sofisdicadíssimos e metidos. Esse foi nosso almoço hoje. Diz aí se não é de dar água na boca.


Cardápio do Dia: arroz com açafrão, bife acebolado, feijão preto com paio e ovo.




*** faltou a famosa farofa, mas vocês sabem... Too much carbs babies...
*** se alguém quiser a receitinha do feijão é só pedir.